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sábado, 4 de maio de 2013

Projeto Vinicius de Moraes

Começamos a preparar material para a semana literária que será realizada no dia 11/05, sábado letivo. O tema Vinicius de Moraes, Fazendo uso dos computadores do Mais Educação, começamos a pesquisa de poemas infantis do autor. Porém antes de começarmos a pesquisa efetivamente tive que ensiná-los como fazer tal pesquisa. Com isso acabamos conversando sobre o bom uso e o mal uso da internet, e os benefícios que ela pode trazer.
Varias argumentações saíram e histórias também, aliás eles adoram contar histórias.Cada um pesquisou e copiou o poema que mais gostou, feito a pesquisa voltamos a sala com o material.
Em sala, montamos cartazes com os poemas pesquisados e ilustramos cada um deles.
Durante a semana, associamos os textos com o conteúdo a ser estudado, por exemplo: o poema "A casa", estávamos trabalhando os vários tipos de casas e utilizamos o poema para complementar a aula e discutir sobre questões sociais. E assim foi a aula durante a semana, tendo como base os poemas de Vinicius de Moraes para cada disciplina. 

domingo, 28 de abril de 2013

Dois dias sem professor...



Essa  semana foi complicada pois houve ponto facultativo na segunda e na terça foi feriado, para completar a semana fiquei doente.
Quarta e quinta não tive condições de trabalhar, porém na sexta mesmo me arrastando, fui realizar meu trabalho, ainda tinha algumas coisas burocráticas que precisava pôr em dia antes do COC.
Nesses dias em que fiquei em casa, amparada pela lei, deixei atividades a serem realizadas com as crianças. Preparei jogos que trabalhavam conteúdos de história e língua portuguesa, de modo que intregaria as duas matérias e não exigiria da professora substituta um grande esforço. 
Minha grande surpresa ao retornar a escola foi ver que as atividades que deixei não foram utilizadas, e que em vez de jogos, atividades dinâmicas, foram feito exercício de cópia. Onde as crianças foram submetidas a fazer cópias do hino nacional e outras atividades e repetição. Um dos alunos que provavelmente estava atrapalhando a aula foi punido com cópia escrevendo cem vezes o seu nome.
Ouvindo o relato pelas crianças e ao mesmo tempo mostrando os cadernos, fiquei paralisada e pensativa. O que essas crianças aprenderam nesses dois dias de aula? Nada! Exatamente isso.
Como Docente devemos repensar nossas práticas dentro de sala de aula, e trabalhar em prol do aluno, que não percamos tempo com futilidades e sim com uma aula que venha deixar algo de positivo na vida escolar da criança, que essa relação possa fazer sentido fora da escola.
Preparar uma aula e contextualiza-la dá muito trabalho, e ninguém quer perder tempo, é muito mais prático dá cópias, ocupando as crianças para não perturbar e no fim do mês ter seu salário na conta.  

segunda-feira, 22 de abril de 2013

MEUS LIMITES

Já se passaram 47 dias letivos e dos 14 não alfabéticos em minha turma, somente um está lendo e interpretando, faz as atividades independente, poucas vezes preciso intervir. 
Estou tendo muita dificuldade com o restante, desses 13 que ainda faltam alfabetizar 8 se recusam a aprender, tenho feito de tudo, mas ainda não cheguei lá. Não querendo rotular, mas esses alunos já perderam o interesse pela escola, são repetentes duas ou mais vezes. A escola para eles é um lugar que os rejeitam, palavras de um aluno.
Se eu disser que tenho a fómula mágica, estarei enganando a mim mesma, ainda não encontrei a forma certa para eles, e pode ser que eu ache para uns, e continue tentando para os outros. A ideia é não desistir, esses alunos merecem todo esforço e terminar o ano como leitores. 

terça-feira, 19 de março de 2013

Figuras: Planas e Não-Planas

Trabalhar as formas geométricas pode ser bem divertido, e utilizando materiais simples, nada que te exija tempo demasiado.
Ao falar das figuras geométricas planas, discutimos oralmente cada forma, visualizando os desenhos em um cartas. Comparamos uma figura com a outra, observando o que elas tinham em comum e de diferente. Essa etapa foi um pouco complicada, pois poucos conseguiam ver as coisas comuns, esse momento exige muita concentração e observação. Coisa que meus pequenos ainda não estão acostumados a fazer. Anteriormente suas atividades consistia em apenas copiar os deveres e esperar a professora responder. Hoje, tenho exigido deles um raciocínio lógico e mais percepção, as tarefas de copiar são poucas, na maior parte da aula discutimos oralmente, elaborando argumentos.
Após discutirmos, sobre cada figura e comparar suas formas uma com as outras, foi lhes oferecido uma folha de A4, que tem a forma retangular, foi sugerido que transformassem a folha em um quadrado, e assim passo a passo fomos montando as peças do Tangram.
Foi distribuído lápis de cor e folha A4  e cada peça deveria ser pintada com uma cor, peças iguis cores iguais. E na folha A4 fizessem desenhos com as peças do Tangram. Foi super divertido e surtiu muito efeito. Ao terminar a tarefa continuamos a falar das figuras planas.
Após o recreio continuamos a falar sobre as figuras geométricas, mas agora sobre as não planas. Foi distribuído massinhas para cada um, nesse momento precisei ter um controle maior pois cada um queria fazer seus desenhos, que não estava em meus planos, eu tinha a ideia de fazer as formas geométricas nas massinhas para que eles pudessem ver que se tornaria sólida ou não plana. Tive que entrar no jogo deles, e a partir dos seus desenhos interrogar quais eram as figuras geométricas que compunham seu desenho. Foi feito isso com um por um. Depois de algum tempo fizeram as figuras geométricas que eu  havia pedido. e a discussão continuou sobre o que é sólido e plano.
A aula rendeu e alcançou minhas expectativas. Valeu a pena!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Aula com revistas e jornais

Hoje estava um tempo muito chuvoso e apenas 10 dos meus 28 alunos compareceram. A professora da outra turma de 3º ano faltou e a coordenadora pediu que juntasse as turmas.
O plano de aula que eu tinha elaborado para o dia, foi adiado, e como todo professor tem que ter uma carta na manga, eu tinha.
Conversei com a turma por alguns instantes, e perguntei o que eles jugavam mais necessário aprender na escola e que eles ainda não sabiam. A resposta foi em coral, "escrever meu nome todo". Estavam ali duas turmas que aclamavam por uma coisa que a maioria de nós achamos que já deveriam saber fazer. 
Arrumei a sala de forma que pudesse fazer uma mesa grande e todos sentarem juntos, não foi possível por conta do espaço físico da sala, mais montei 2 mesas grandes e os grupos se misturaram. Me aproximei de cada um e perguntava o nome completo, uns nem sabiam qual era seu nome completo, como não eram da minha turma fui a coordenação pegar o diário para saber qual era o nome. Feito isso, dei uma folha de ofício para cada criança onde cada um com auxilio do professor ou de um colega escreveu o nome completo. Em nenhum momento  foi falado pelo professor a letra que formava a palavra, o aluno foi associando o que já sabia com os sons da letra aos da palavra e assim foi sendo construído os nomes.
Após a escrita dos nomes foi distribuído revistas e jornais, para que encontrassem as letras que compunham seus nomes, sempre iniciando com letras maiúscula e as demais minúsculas.
Foi uma forma de se trabalhar o alfabeto maiúsculo e minúsculo.
Teve um aluno que disse que não conseguia e que não faria, conversamos e só fez os dois primeiros nomes.
Ao final da tarefa eles pediram para desenhar, e eu sugeri que desenhasse a si mesmo, e que contassem um pouco de como ele era. Todos riram e se divertiram muito com a atividade. Foi bem proveitosa



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segunda-feira, 11 de março de 2013

A Língua portuguesa nos Currículos de Final de Século

   Marildes Marinho




O texto direciona um olhar crítico ao currículo de Língua Portuguesa. A autora orienta que para analisar um currículo, seja ele de qualquer disciplina, deve ser abordado sob duas perspectivas mais gerais, influência externas e internas.
Historicamente houve várias mudanças na sociedade brasileira, que desencadearam movimentos que revindicavam uma escola para todos, pois até então a escola era direcionada para a classe alta/média. A operária não tinha vez.
Com a entrada da classe operária nas escolas o número de alunos aumentaram muito, nos anos 60. Professores foram recrutados para sala de aula, diante disso o processo foi menos seletivo.
O professor de língua portuguesa se vê cada vez mais dependente de um material completo, que supra as lacunas de sua formação.
O livro didático passa a assumir o papel de produtor das atividades, onde o mesmo deveria ser apenas um material complementar para o trabalho do professor, tem se tornado o "guia prático" em sala de aula. A gramática sempre foi usada como prioridade na escrita e oralidade. "Mesmo nos momentos em que se elege o texto como objeto de estudo, a gramática é um conteúdo autônomo e ao qual se dá maior enfase."p.47
Ao longo do texto essa é uma das críticas da autora, embora nos currículos se fale em trabalhar a oralidade, produção textual, o foco fica na gramática, ela fica autônoma.
O que têm acontecido é que se tem usado a gramática para trabalhar os textos, a produção textual, oralidade. E não o contrário, usar o texto para trabalhar os quatro eixos sem necessariamente focar a gramática, pois essa é a menos importante, diante da capacidade do indivíduo conseguir organizar suas ideias e expressa-la sem dificuldade oralmente e na escrita. O que adianta escrever um texto convencionalmente correto e o mesmo não possuir nenhum contexto.
Trago aqui dois exemplos, onde foi solicitado aos alunos que de seu jeitinho fosse escrito um cartão para homenagear a mulher mais importante de sua vida. 






Embora estejamos em pleno século XXI, ainda existem professores adeptos da cartilha. Essa semana ouvi de duas pessoas, uma orientadora pedagógica e outra professora do ensino fundamental. As duas colegas de trabalho, que me vendo desesperada tentando elaborar atividades contextualizadas para minha turma de 3º ano, onde 3 são pré-silábicos, 13 silábicos e 12 alfabéticos, ou seja uma turma heterogenia  que melhor seria trabalhar o B+A=BA a outra completou dizendo que fomos alfabetizados assim e deu certo. Perguntei se realmente fomos alfabetizados ou se só aprendemos a decodificar letras.Uma delas me ofereceu um texto que era sobra da aula que ela havia ministrado em sua turma, ao ler o pequeno texto, percebi que estava no tunel do tempo e voltado ao passado. Um método tradicional ainda tão presente nas salas de aula.
Aqui o texto trabalhado pela professora:

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Trabalhando tipos/gêneros textuais em sala de aula: uma estratégia didática na perspectiva da mediação dialética.

 CALDAS, Lilian Kelly




No texto referido, a autora aborda questões pertinentes sobre o ensino da língua portuguesa com base em textos, trazendo a discussão que muitos educadores não abordam os textos de forma discursiva, que tende a formar leitores, com apenas capacidades mais básicas.
Ressalta que trabalhar os gêneros textuais em sala de aula é uma excelente oportunidade de se lidar com a língua nos seus diversos usos cotidianos.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Texto 4: SILVA, Sílvio Ribeiro da. Gênero Textual e Tipologia Textual.

SILVA, Sílvio Ribeiro   da







O texto tem o objetivo de diferenciar tipo textual de gênero textual. Que muitas vezes são classificados erroneamente. Mas é preciso ter o cuidado de saber avaliar o aluno quanto a isso. O  importante é saber a estrutura, finalidade, comunicação do texto, quando olhamos o texto dessa forma, com esse prisma, nossa visão se altera, pois de alguma forma acrescenta algo que antes era leigo. O texto não passa de forma neutra sobre o leitor, por mais árdua que seja a leitura, não existe neutralidade.
A discussão de Marcuschi e Travaglia nos trazem questões diferentes que se aproximam uma da outra. 
Marcuschi diz que, o texto pode ter diversidades de gêneros que se alteram com a prática social, que dentro de um gênero posso ter passagens tipológicas. 
Travaglia diz que o tipo de texto vai sempre ter uma predominância, pois se instauram devido à existência de diferentes modos de interação ou interlocução. Os slides assim como o vídeo postado a cima falam tão somente da classificação e diferenças de cada um. 
"Em todos os gêneros também se está realizando tipos textuais...Assim, um texto é em geral tipologicamente variado".


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do ensino fundamental.

http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/172224AnosiniciaisEF.pdf


TEXTOS QUE CONTRIBUEM O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES LEITORAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL:

                                       
                                         Textos de circulação social.


 Histórias de Monteiro Lobato.




Gibis

 São exemplos de leituras que contribuem com o desenvolvimento da leitura. Desde que o professor saiba explorar o material.






As autoras discutem sobre a ampliação do ensino fundamental para 9 anos.
Essa ampliação de fato possibilitou uma grande parcela da população  que não podiam pagar uma escola particular, serem acolhidas. A grande questão não e a ampliação do ensino fundamental e sim a as praticas pedagógicas  Ha uma necessidade de um comprometimento com o desenvolvimento humano do educando, considerando a concepção de infância.
O professor deve ter a capacidade de fazer escolhas e avaliação continua de suas opções.
A pratica de leitura nas series iniciais do ensino fundamental pode se concretizar de diversas maneiras, sempre levando em consideração as habilidades e conhecimentos de leitura e escrita da criança.
A autoras nos relatam uma experiencia de uma professora, em que, utilizou uma experiencia vivida em sala de aula para trabalhar a leitura e escrita.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

POSTAGEM 3

Atividade realizada em grupo: Joana, Leandro, Mara e Marcela Flô.


ATIVIDADE PARA CRIANÇAS DE 6 A 8 ANOS
ÁREAS
CONTEÚDO
OBJETIVO
COMPETÊNCIA
ESTRATÉGIA
RECURSOS
Linguagem e expressão
Sílabas
Fragmentar as palavras.
Formar novas palavras a partir do fragmento das anteriores.
Percebendo os aspectos sonoros das palavras.
1º Momento: Apresentação em cartaz de trava-língua. Nesse momento o aluno terá oportunidade de compartilhar seu conhecimento sobre qualquer outro trava-língua.
2º Momento: Desafio aos alunos.
3º Momento: O professor solicitará que o aluno desenhe figuras que possuem o mesmo som de PINGA, contidas no trava-língua.
4º Momento:  Formar novas palavras a partir do nome das figuras desenhadas.
Cartaz
Lápis colorido
Folha A4
Trava-língua
A PIA PINGA, O PINTO PIA.
QUANTO MAIS O PINTO PIA, A PIA PINGA.

POSTAGEM 2: Alfabetização e Letramento

"O ensino e a aprendizagem da linguagem escrita em classe do primeiro ano do ensino fundamental"
Sara Mourão Monteiro
Mônica Correia Baptista

Trabalho realizado em grupo: Joana, Leandro, Mara e Marcela Flô.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

FALA E ESCRITA: PROPOSTAS DIDÁTICAS PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL MACIEL, Débora Amorim Gomes da Costa – UPE



Alfabetização, Leitura e Escrita

A nossa língua nata é a língua portuguesa, que por sua vez perdeu muito de sua característica desde a colonização. Possuímos marcas bem brasileiras na nossa linguagem. A oralidade se difere muito da linguagem escrita.

Pois é. U purtuguêis é muinto fáciu di aprender, purqui é uma língua qui a genti iscrevi ixatamenti cumu si fala. Num é cumu inglêis qui dá até vontadi di ri quandu a genti discobri cumu é qui si iscrevi algumas palavras. Im purtuguêis não. É só prestátenção. U alemão pur exemplu. Qué coisa mais doida? Num bate nada cum nada. Até nu espanhol qui é parecidu, si iscrevi muinto diferenti. Qui bom qui a minha língua é u purtuguêis. Quem soubé falá sabi iscrevê.”  Jô Soares em uma entrevista a revista Veja. A brincadeira de Jô representa bem o que o texto nos relata.

  A linguagem segundo Maciel, pode ser concebida sob três perspectivas, a estruturalista, transformacionalista e a enunciativa. A terceira trata a fala e a escrita sob a óptica do continuo dos gêneros textuais, onde a fala e a escrita se aproximam ou distanciam. 
A linguagem oral em uma conversa entre amigos, nos permite uma informalidade, em que outra situação não seria cabível.  A escrita também pode conter uma linguagem informal, isso vai depender da proximidade entre o locutor e receptor. Muitas vezes escrita perde a característica da fala e vai se encaixando no sistema padrão da língua.
O texto de Maciel nos traz alguns exemplos de como os livros didáticos tem trabalhado com essa questão, já  que muitas vezes são usados como norteadores do trabalho dos decentes. A autora utiliza dois livros didáticos, onde um traz uma percepção da diferença da oralidade e a escrita. E além dessa percepção, orienta o professor de forma correta de como fazer o aluno perceber essa diferença. O outro livro é mais superficial e caberá ao docente a criticidade e inovar de forma q se torne tão próprio quanto o outro para o trabalho com as crianças.
Integrar língua falada com escrita é importanteantes é necessário que se faça uma reflexão sobre o processo de diferenciação da fala e da escrita em sala de aula. O professor precisa respeitar o dialeto que o educando traz ao chegar à escola, e gradativamente proporcionar o aprimoramento da linguagem e, com  isso, melhor uso do código escrito.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Esse semestre experimentei algo novo. Ouvia horrores pelos corredores desse tal de blog que o professor de TAELP exigia dos graduandos.
Parece que não dei ouvidos aos rumores pelos corredores. E aqui estou eu, fazendo minha auto-avaliação do portfólio eletrônico tão temido por alguns.
Esse blog foi uma experiência boa, a cada postagem era um mundo novo que se abria. Não era só ler os textos, eu tinha que mostrar minha compreensão para todos online.
No inicio foi um tanto quanto difícil, pois ainda não tinha jeito com as ferramentas do blog. Mas aos poucos fui me familiarizando. E a cada postagem ferramentas novas foram utilizadas. Viu? não foi preciso fazer um cursinho para aprender! A minha leitura foi abrindo novos caminhos e assim fui descobrindo passo a passo.
Essa leitura que me refiro é a mesma que Paulo Freire sempre defendeu...fiz uma leitura do que estava a minha volta e assim pude fazer cada postagem.
Avalio a disciplina como algo complementar na minha vida, várias coisas discutidas em sala que estão descritas no blog, foram relevante e acrescentou em vários aspectos no meu crescimento acadêmico.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Escola na Sociedade da Informação: tecnologias, ferramentas e criatividade...em busca de uma alfabetização digital

Grupo 4
O uso das novas tecnologias para a melhoria da leitura e escrita.



O homem sempre buscou meios de satisfazer suas necessidades, aprimorando a natureza  com o intuito de trazer-lhe maior conforto.
Desde que o homem descobriu o fogo, grandes criações foram feitas. Vivemos hoje a era da alta tecnologia.
E a escola como um espaço social e integrador tem que acompanhar esse avanço tecnológico. Mas não basta te sala informatizada ou laboratório de informática. Há uma grande necessidade de capacitação dos profissionais, para is, exercer tal função. 
Hoje a internet faz parte do dia dia de grande parte da sociedade. Mesmo aqueles que não possuem computadores em casa fazem uso em locais de uso coletivo. Rede sociais, jogos, sites interativos, etc... são o alvo da garotada.
E porque não trabalhar utilizando essas ferramenta para a melhoria da leitura e escrita? 
A tecnologia pode ser de grande valia na educação quando usada de forma adequada. As crianças devem sempre ser orientada pelo professor que será o mediador. Para que haja um trabalho satisfatório tanto para o professor quanto para o aluno.
  

Mídia Escrita e Letramento: jornais e revistas na sala de aula

Grupo 3



Trabalhar com Jornais e revistas em sala de aula é muito produtivo. Os Jornais, alem de informativos, trazem para o aluno uma outra percepção de texto.
A construção textual de uma notícia é diferente de outros tipos de textos. E trabalhar isso na prática com os alunos é muito importante. O aluno visualizar e construir a partir do concreto facilita a aprendizagem.
Comparar os tipos de jornais, seus formatos, os cadernos, linguagem que cada um aborda é indispensável.
A criticidade do aluno não deve ser abordada apenas em cima da notícia, mas no todo, desde sua formatação até sua forma de transmitir a notícia.
Várias discussões são possíveis em sala de aula com os jornais e revistas. No entanto deve se focar na leitura que o aluno fará em cada uma dessas discussões.
Posso trabalhar jornais e revistas com alunos de alfabetização? devo! Por mais que ele ainda não saiba decodificar as letras com precisão, sua leitura social é o que traz grande significado.
Decodificação sem significado não tem valor algum.
O grupo 3 em sua apresentação abordou como a escrita e a leitura pode determinar a vida do sujeito e que o uso de jornais e revistas impulsionam essas capacidades e necessidades.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Das aprendizagens e das metodologias de ensino...Dilemas da gestão escolar.(Amélia Escotto do Amaral Ribeiro)

Grupo 2

O grupo apresentou cinco das seis propostas para o próximo milénio de Itálo Calvino. Que são: leveza, rapidez, exatidão, visibilidade e multiplicidade.
Um dos temas  discutidos foi sobre  "A dimensão significativa da aprendizagem". Concluindo que o aluno aprende um conteúdo quando capaz de atribuir-lhe significado.
No contexto de qualidade/quantidade destacaram alguns pontos, tais como:

*Finalidade educativa pretendida com a realização de tarefas;
*Tempo das atividades;
*Estratégia de planejamento, proposição e organização das tarefas.

O grupo dinamizou o trabalho com uma peça teatral, mostrando a realidade nas salas de aula e como deveria ser de fato, enfatizando os problemas que desestimulam o professor e consequentemente os alunos. Destacaram questões da formação continuada e as metodologias utilizadas.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Interação, Alfabetização e Letramento: Uma proposta de/para alfabetizar letrando.

Sérgio Roberto Costa


Grupo 1





O grupo abordou a diferença de alfabetização e letramento.
Alfabetização: ensino do conhecimento da letra, leitura e escrita.
Letramento: conjunto de práticas de uso da língua escrita numa dada sociedade e contexto.
Enfatizando a necessidade de se alfabetizar letrando.
O assunto sobre o analfabetismo funcional foi algo bem discutido, mostrando que o Brasil ocupa o 53° lugar no PISA, que por sua vez nos leva a crer que falta uma política pública de compromisso com a educação. O que existe hoje é uma política compensatória.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Alfabetizar letrando

Lucia Soares da Silva Garcia



Garcia enfatiza que o letramento e alfabetização são processos indissociáveis. O indivíduo precisa muito mais  que apenas decodificar códigos, faz-se necessário que o indivíduo também seja letrado para que possa exercer suas práticas sociais.
"Quando se ensina uma criança a ler palavras que ela usa no dia a dia, sem a preocupação com a decifração, o processo de alfabetização não sai da estaca zero" Cagliari p. 76 
Assim como a alfabetização e o letramento são processos que caminham juntos, precisamos  repensar a aquisição da língua escrita, baseado no alfabetizar letrando.
Visto que a sociedade hoje é uma sociedade grafocêntrica, não basta ao indivíduo ser  simplesmente alfabetizado, ou seja, aprender meramente a decodificar,  saber ler e escrever, é insuficiente para vivenciar plenamente a cultura escrita e responder às demandas da sociedade atual, é preciso letrar-se, ou seja tornar-se um indivíduo que não só saiba ler e escrever, mas exercer as práticas sociais de leitura e escrita que circulam na sociedade em que vive (Soares, 2000).



















quarta-feira, 16 de maio de 2012

Como pais e professores podem trabalhar a leitura de crianças de até 5 anos?


Prática de leitura



Os pais (responsável) são as pessoas mais influentes na vida da criança e na educação não é diferente. O contato da criança com a leitura pode ocorrer antes mesmo da criança iniciar a vida escolar, com a ajuda dos pais. Se os pais gostam de ler ajudará bastante, mas se não for o caso não haverá problemas, apenas vai exigir uma disponibilidade e paciência. Na hora de fazer a lista de compras porque não chamar a criança para ajudar a montar a mesma, em um momento tranquilo e oportuno uma história cai bem, bilhetes na geladeira  ou leituras das regras de um jogo são alguns exemplos de atividades de leitura. Os pais não vão ensinar os filhos formalmente a ler e escrever mas ele pode e deve inserir a criança desde cedo no mundo das letras. A criança que cresce em constante contato com a leitura acaba se apropriando da língua escrita de maneira mais autoral e adquirindo experiência que vão fazer diferença na hora de ela aprender a ler e escrever. 
Aos pais e professores cabem desenvolver um ambiente favorável para a aprendizagem de seus alunos estimular a leitura de forma contextualizada e não fraguimentada. Selecionar de vez enquanto uma criança para contar uma história, trabalhar alguma reportagem que tenha chamado a atenção pedindo que elas expressem sua opinião sobre as mesmas, uma dramatização feita pelos alunos e organizada por eles de uma história contada em sala são alguns exemplos de atividades que podem ser trabalhadas em sala com crianças de até 5 anos, com o intuito de despertar o prazer e a curiosidade pela leitura e a escrita. A gente só tem prazer de aprender quando existe uma afinidade com o que se vai aprender. E essa afinidade começa em casa.